Emagrecer é um processo de decisão

Cheguei ao Projeto EU em agosto 2016 com a necessidade de uma mudança de hábitos de vida. Ao atingir 97 quilos era dependente de remédios para diabetes, hipertensão, de uma alimentação bastante desregulada e sem nenhuma atividade física.

Achava que os medicamentos seriam suficientes para controlar minha pressão e o diabetes, mas não era bem assim, a cada retorno ao médico ele aumentava a dosagem e insistia que precisa emagrecer.

Tinha duas escolhas: continuar gorda e não me preocupar mais ou mudar de vida.

Eu sabia que precisava encontrar uma solução para tudo isso, mas tinha medo. Medo de me olhar no espelho (por muito tempo me contentei com olhares rápidos, relances embaçados da minha realidade). Medo de subir na balança. Medo da realidade que todo mundo via, mas só eu não queria enxergar. Enfim medo de decidir!!!

Percebi que tinha deixado de lado minhas vontades, desejos e sonhos. Minha preocupação era apenas com os outros e o trabalho.

Resolvi, então, fazer tudo diferente do que já tinha feito para emagrecer. Através do Projeto EU consegui iniciar um processo de autoconhecimento, percebi que o problema não era apenas alimentar, mas emocional e psicológico.

O Projeto EU me instrumentalizou para uma verdadeira mudança de vida.

Os 29 quilos eliminados não desapareceram sem esforço, fui e sou orientada por uma equipe multidisciplinar que me ajudou muito. Senti dor, confusão, felicidade, tristeza e tantas outras coisas ao longo dessa jornada. Eu decidi, construí, e fiz acontecer a grande transformação.

Desde então foram várias conquistas, adquiri o hábito de fazer atividades físicas, me livrei de altas taxas de glicemia, troquei gordura corporal por massa magra.

Devo muito dessa conquista à equipe multidisciplinar do Projeto EU ao grupo terapêutico e a troca de experiências com outras pessoas que participam do projeto e me deram força para encarar a comida de outra forma.

Eu emagreci a cabeça e mudei de estilo de vida. Hoje, sei que não vou engordar de novo porque mudei a minha mente. Amo levar uma vida saudável e não como mais besteira, simplesmente porque meu corpo não aceita. Passo mal, verdade! Como alimentos integrais e saudáveis. Treino seis vezes na semana e já consegui definir o que a flacidez teima em deixar cair. Fiz uma cirurgia, que me deixou muito MAIS FORTE.

Hoje, sou feliz assim e ainda estou me construindo e tentando entender que Marisa sobrou disso tudo, mas tenho certeza de que o que ficou se ama muito mais e tenta mostrar para si e para o outro que o impossível está só na nossa cabeça. Por que quando queremos do fundo da alma, tudo é um processo de DECISÃO.

Obrigado Projeto Eu!!!!

 

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